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Falta pouco tempo para entrar de férias. Mal posso esperar. Nas últimas semanas venho dando mostras de exaustão mental e física. Meu trabalho me consome muitas energias, pois nada é mais cansativo que lidar com público, e já faço isso há 25 anos.
É isso mesmo. Já trabalho em atividades de contato com público há longos 25 anos. E com o tempo vai ficando cada vez mais exaustivo, pois as pessoas estão cada vez mais loucas. Se antes tinha um aluno ou dois com problemas, agora tenho 10. Se antes conhecia 1 pessoa ou 2 mal-educadas, agora conheço 20. E por aí vai. Cada vez está mais exigente tratar com pessoas.
Acho que isso se deve à agitação dos tempos modernos. Cada vez mais as pessoas estão fazendo várias coisas ao mesmo tempo, cada vez há mais informação mas menos cultura, menos sabedoria. Cada vez mais nos sentimos menos em um sociedade consumista e hedonista.
O que mais além do consumismo leva o homem a destruir o planeta? O que mais além do hedonismo leva os jovens a drogar-se? Pois é.
Tenho visto coisas muito tristes. A nossa civilização vai por um caminho muito errado. E todos vamos pagar por isso.
Estou vendo essa série com a minha esposa. Ela gosta de dramas e coisas do gênero.
SPOILERS ABAIXO!!!!
Eu estou achando chata. O personagem central, a Alice, tem 26 anos e atitudes tremendamente imaturas. Francamente, transar em camisinha em São Paulo nos dias atuais é ser suicida. Aliás, não me entendam mal, em qualquer lugar é ser suicida, mas na maior cidade do Brasil é ser mais suicida ainda. Questão de estatística.
E claro, como já virou hábito nas produções nacionais, sexo, sexo, sexo. Sexo por toda a parte. Roteiro elaborado, atores e atrizes bem preparados, cenários e efeitos que sejam um apoio ao roteiro, pra quê? Basta pôr bastante sexo e tudo legal. Francamente.
Ainda, para completar, uma pilha de clichês surrados até a raiz. Estão lá os homossexuais "do bem". Os pobres "do bem". A prostituta e o travesti que faz ponto "do bem". O morador de rua "do bem". Tem até os assaltantes que respeitam gravidez e não machucam ninguém. Lindo.
A protagonista não tem um um pingo de responsabilidade, transa sem camisinha e chifra o noivo "careta". Na minha época isso era ser uma baita sacana. Ela saiu da sua cidade natal para ficar 2 dias fora, com casamento marcado. Um mês depois está grávida de outro. E o pobre noivo que se dane. Essas são as heroínas pós-modernas. Podia ter terminado tudo com um pouco de honestidade. E podia usar camisinha, não é?
Além disso, até agora só vi até o episódio 8, ela nunca deu a mínima para o pai e depois do suicídio deste passa a gostar muito da memória dele. Também organiza uma festa para levantar dinheiro.
Olha, muito clichê. Muito mesmo. Quando teremos roteiristas bons por aqui?
Não sei.
Qualquer dia eu vou escrever uma história para provar que é possível escrever algo crível e interessante.
Claro, é uma mini-série feita para um público alvo urbano, cosmopolita e desmiolado como a protagonista. Com quase 30 anos na cara e cheia de dúvidas e incertezas.
Já tenho um esboço do meu artigo sobre música digital. Logo vou terminá-lo. Vou comentar sobre meus mp3 players e meus fones de ouvido.
Vai ficar bem completo e interessante.
Vi ontem esse filme. O que dizer? Não gostei. O filme é um amontoado de clichês surrados. Nada de interessante. Poucas cenas de ação. Só no final que a coisa fica mais agitada. No geral muito chato.
Cheguei a dormir na primeira tentativa. Ferrei no sono e tive de terminar de ver depois.
Uma decepção. Não recomendo. Chato.
Uma pena.
Ontem vi esse filme.. Na realidade não é um filme e sim uma mini-série de 2 capítulos feita para a TV estadunidense.
Alguns colegas haviam visto e indicado como muito bom. No ano passado um aluno meu viu e me indicou. Quando uma colega me emprestou o DVD eu não resisti e vi. Tem 2 horas e 55 minutos. É meio cansativo mas muito bom.
Eu recomendo. Vale a pena ver. Mostra situações extremamente parecidas com o filme Anjos do Sol que eu já comentei aqui no blog.
E se você tem filhos pequenos, cuide bem deles. Não confie em nada. Não confie em ninguém.
Acabei de ver esse filme, é sobre a máfia Napolitana. O autor do livro no qual o filme se baseia, Roberto Saviano, está jurado de morte pela Camorra e escondido para não ser morto.
O grande mérito de Gomorra é mostrar a máfia sem o glamour típico dos filmes estadunidenses. As pessoas e lugares mostrados no filme são pobres e nada bonitos. Hollywood conseguiu fazer com que a idéia de ser mafioso, matador de aluguel ou traficante seja pop, fashion. Olhem o filme "Cães de aluguel" do Quentin Tarantino ou a série "Poderoso Chefão" e se colocarão de acordo comigo. Gomorra destrói esse conceito mostrando a feiúra do submundo italiano.
E para nós, brasileiros, fica uma certa sensação de deja-vu, pois pirataria e falsificação de produtos, desrespeito ao meio ambiente e juventude crescendo em meio à violência e idolatrando bandidos não são conceitos totalmente alienígenas para nós.
Eu aconselho, vejam porque vale a pena.
Esta é uma série estadunidense veiculada pela HBO. (mais aqui e aqui.)
O plot da série é o seguinte: Cientistas japoneses inventam um sangue sintético, o True Blood. Logo os vampiros não precisam mais beber sangue humano para sobreviver, podem manter-se apenas tomando True Blood.
Esse fato pitoresco faz com que eles se revelem ao mundo e passem a viver abertamente entre os humanos.
A nossa história se desenvolve no sul dos EUA, em uma cidadezinha da Louisiana chamada Bon Temps, lugar úmido e pantanoso. Lá vive Sookie Stackhouse, uma garçonete que lê pensamentos e acaba apaixonada pelo vampiro Bill.
A série não tem muitas cenas de vampirismo tradicional. Aparece alguma coisa, mas não é muito para uma série com esse nome. O que aparece muito é sexo (sem ser explícito), taras e etc. Mostra que quase ninguém na tal cidade é "normal" mesmo. E os episódios sempre terminam de algum modo chocante para que o telespectador fique louco para ver o próximo episódio.
É uma série divertida e interessante. Eu vejo e recomendo.
Das séries que vejo é a melhor depois de Dexter. Classifico as séries que vejo assim:
Lost eu não saberia como classificar hoje. Já gostei muito, mas é tanto intervalo entre uma temporada e outra, tantas pontas soltas, tanto rolo, que já enjoei um pouco.
E Heroes já enjoei também. Sinceramente, perderam totalmente o fio da meada. Esta terceira temporada está ridícula, mais do mesmo. Parece que é sempre a mesma coisa. Só vejo por hábito mesmo, por não ter algo melhor e por ser um pouquinho divertido. Mas virou uma palhaçada sem fim.
Dexter é a melhor série que vejo por ser a mais coerente, bem amarrada e sobretudo bem interpretada. Recomendo a todos.
Gosto mais de séries com 12 episódios por temporada do que das com 20+ episódios.
Inte+
Este filme é uma comédia com Ben Stiller, Jack Black e Robert Downey Jr., entre outros famosos (um doce para quem conseguir reconhecer o Tom Cruise no filme. Eu não reconheci de primeira).
O que posso dizer? É legal, mas não consegui dar gargalhadas. Alguns momentos foram muito engraçados, mas nada capaz de me fazer rolar de rir.
Ben Stiller dirige o filme e critica e satiriza alguns aspectos do cinema, atores, produtores, efeitos especiais, e um enorme etcetera ligado ao cine americano.
Recomendo a todos. Vale a pena ver, mas não espere gargalhadas o tempo todo. Detalhe: Robert Downey Jr. vivendo o ator branco que virou negro é impagável! Muito engraçado mesmo.
Estou de volta ao blog, depois de uns 10 dias de férias daqui. Estava muito cansado e cheio de tarefas. O final de ano é puxado para mim. Ainda tenho muito que fazer nas próximas 4 ou 5 semanas, mas já estou com vontade de postar de novo.
Este blog é uma diversão para mim, devo ter uns 2 leitores apenas, então, não adianta nada fazer as coisas só por obrigação. Deve ser algo divertido para começar.
Bom, o sábado está só começando e já trabalhei pela manhã. Agora vou dar uma descansada e mais tarde pretendo postar sobre algum filme legal.
Inté+
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| Copyright © 2006 Leandro Padilha Ferreira |
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| Última regeneração do documento: 24/04/2010 às 00:03:27 |
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