Posts anteriores: 201004 200909 200908 200907 200906 200905 200904 200903 200902 200901 200812 200811 200810 200809 200808 200807 200806


Junho de 2008

E o Gre-Nal terminou empatado

Sun, 29 Jun 2008 21:01:42 -0300

Pois é. Não pude ver o jogo. Estou meio distante de apreciar futebol ultimamente. Mas gostaria que o Grêmio tivesse ganhado.

Uma pena.

Código Da Vinci - opinião final

Sun, 29 Jun 2008 15:54:56 -0300

Terminei de ler o livro. Minha opinião final é de que o livro não é tão bom como imaginava ao ler as primeiras páginas.

Nas primeiras 50 páginas o livro promete. Parece interessante pela sorte de revelações sobre simbologia que apresenta. Porém, ao terminar de ler fica um gosto amargo na boca. E explico o motivo.

É chato. Essa baboseira toda místico-religiosa sobre "sagrado feminino", "Jesus", "Graal", etc., torna-se extremamente chata em certo ponto. Não sou católico e nem mesmo cristão. Não sigo nenhuma religião nem sou admirador da figura de Cristo vendida pelas igrejas. Então, não nutro qualquer tipo de respeito reverencial por qualquer das imagens e idéias comentadas à exaustão no livro. Imagino que o enorme êxito comercial da obra se deva ao fato de quase metade do planeta ser cristã.

CUIDADO - se não leu o livro não siga na leitura! Há SPOILERS abaixo.

Outra coisa que aborrece é o nosso herói sem pênis. O bonzinho Robert Langdon que não come ninguém e muito menos tem densidade. Um bonequinho do Falcon, sem nada no meio das pernas. A parte que ele comenta das suas aulas "Não estou dizendo para vocês fazerem sexo antes do casamento..." Francamente, ridículo. Talvez nos EUA as coisas tenham de ser assim mesmo. Mas para nós brasileiros soa ridículo. Não digo que o cara deveria ser retratado como um garanhão, mas não precisava retratá-lo como alguém "purinho". Ficou forçado. Seria melhor nem citar nada relativo a sexo do que citar esse respeito todo do Langdon.

O sr. Dan Brown toma extremo cuidado de não implicar a Igreja Católica atual ou a Opus Dei em algo mais cabeludo. Isso fica claro no texto. A Igreja atual é formada por "homens piedosos". Argh! Os mesmos que encobriram diversos casos de pedofilia nos EUA e em outros países durante ANOS, apenas transferindo padres tarados e dando grana aos prejudicados. Ele faltou com a verdade nessa parte. A Igreja não é formada unicamente por homens piedosos. Isso é mentira. Há muita política e encobrimento da verdade para preservar seus interesses.

E pelo que li e vi em reportagens sobre a Opus Dei ela está longe de ser tão pura e idônea também. Outro caso que o livro faltou com a verdade. Nele parece que os homens que compõem a "Obra de Deus" são todos bem intencionados e se cometem algum excesso é por ter muita fé. Ahã.

E sobre o personagem de Sophie? Rídiculo romper com o avô que era tudo para ela só porque viu o velho transando com uma mulher no meio de um ritual. Isso é motivo para 10 anos de rompimento? Se visse meu avô fazendo isso eu dava os parabéns a ele! Que preconceito com a terceira idade.

É um livro todo puritano, com personagens planos, sem profundidade, com balela místico-religiosa e teoria da conspiração de botequim.

Se querem ler algo bem mais denso sobre esses temas leiam o livro "O Despertar dos Mágicos" de Louis Pauwels e Jacques Bergier. Procurem no Google e verão alguns comentários sobre essa obra. Eu tenho esse livro e o li na adolescência. Vale a pena. Os autores fundaram a revista Planeta original.

Lembro da Planeta dos anos 80, com reportagens de Aurélio M. G. de Abreu e Elsie Dubugras. Qualquer um dos dois excelentes jornalistas escreveu coisas melhores que Dan Brown. Infinitamente melhores. Mas não acredite em mim. Leia, pense, compare e tire as suas próprias conclusões, porque uma opinião só tem valor se é embasada na experiência. NÃO ACREDITE EM MIM!

Ah, e sobre o filme, é uma bela droga mesmo. Distorce pontos chave do livro. Quais pontos? Ahhh, isso você o querido leitor vai ter de descobrir por si mesmo, ao ler o livro e ver o filme. Não entrego os meus segredos tão fácil. :-)

Lendo o Código Da Vinci

Sun, 29 Jun 2008 00:26:05 -0300

Estou lendo desde o dia 24/06 o livro "O código Da Vinci" do Dan Brown.

Não tenho muito a acrescentar ao que já foi escrito e dito sobre esse livro.

Eu já vi o filme, que achei bem interessante. Mas, TODOS que conheço que haviam lido o livro disseram que ele era muuuuuuuito melhor que o filme.

Já estou na metade do livro e posso dizer que até agora não achei isso tudo não. Ele te prende e tem vários detalhes, mas nem se compara com a obra de um Isaac Asimov ou com um Arthur C. Clarke, só para citar dois autores que gosto e que são relativamente populares e com obras intrincadas e cheias de detalhes que mesclam ciência com ficção.

Meu Deus, eu li a série "Fundação" e sou grato a Asimov por ter mudado a minha vida com seus livros. Também li (entre outros livros do autor) Encontro com Rama do Arthur C. Clarke e posso agradecer-lhe também pelos momentos de diversão inteligente que me proporcionou. (Nem vou comentar 2001, porque seria covardia)

Se estou gostando de ler o Código? Sim, estou gostando. Mas, o estilo de descrição do Dan Brown é meio chato na minha opinião. Robert Langdon com "voz de barítono" e outros clichês literários, me poupe! O seu herói parece assexuado e púdico em demasia para um protagonista contemporâneo. Ou seja, o personagem não tem densidade, não parece mais que um estereótipo de professor/pesquisador.

E sobre charadas, anagramas, criptogramas, etc., acho tudo isso uma chateação. A Sophie Neveu tinha um avô sádico. :-) Porra, fazer uma criança passar por tudo aquilo. Faça-me o favor. Isso pode ser considerado maus-tratos infantis. Tortura.

E esse Priorado do Sião, ora bolas, os caras não faziam nada, ficavam só na moita guardando o tal segredo. Para quê? Essa mitologia religiosa não me atrai em nada. Prefiro "Arquivo X", "Eram os deuses astronautas" e coisas do gênero.

Gosto é gosto :-)

Finalmente, parabéns ao sr. Brown pelo livro. Ganhou rios de dinheiro com ele e isso não é pouca coisa. Que o diga o Paulo Coelho.

Quando terminar de ler dou meu veredito final.

A dama e o vagabundo - Lady and the Tramp

Sun, 29 Jun 2008 00:17:30 -0300

Há algumas horas vi o filme A dama e o vagabundo.

É o tipo de desenho animado que gosto. Feito do modo mais tradicional, sem computadores, com história simples e de final feliz. Ele é de 1955 e mostra a vida de Lady, uma cadelinha "de classe" e Vagabundo, um vira-latas cheio de manhas para sobreviver nas ruas.

Muuuuuuuuuito bom mesmo. Daria um 9 a esse filminho. É bonito, sem coisas horríveis e o mais importante: é inocente e sem maiores pretensões. E inocência é algo em falta ultimamente no cinema e pior, na vida real também.

Coitadas das crianças de hoje, que são expostas a tanta merda pelos meios de comunicação. Esse filminho é meio lento comparado aos desenhos atuais, mas é de uma época que não arrastavam meninos presos a carros, ou jogavam meninas pela janela. Ou não tínhamos viciados em crack de 12 anos aparecendo acorrentados na TV.

Destaque para o respeito que os desenhos Disney mostram pelos animais. A dedicatória dos criadores (que certamente tinham cães ou não saberiam fazer certos detalhes aparecerem na tela) na abertura do filme é muito jóia mesmo.

Cara, se você tem crianças em casa ou na família, mostre esse desenho a elas. Melhor ainda, veja com elas. Vale a pena.

The Happening

Sun, 29 Jun 2008 00:02:49 -0300

Ontem vi o filme "The Happening", acho que o título em português vai ser "Fim dos tempos" ou algo assim.

O que dizer? É mais um filme do M. Night Shyamalan, o mesmo diretor de Sexto Sentido, Corpo Fechado, A vila, A dama da água, Sinais.

Em alguns momentos o "The Happening" parece um pouco com A vila. Digo, parece com Sinais também. O suspense do nosso amigo indiano é meio parecido em todos os filmes que faz.

Não dá para dizer que é um filme ruim. Mas também não é nada de especial. Depois de ver uma vez acabou tudo. Pô, A vila também foi assim. Fiquei irado no final e nunca mais quis ver de novo.

Vale a pena ver? Vale, principalmente acompanhado da esposa ou namorada. Certamente elas ficam mais perturbadas que nós, corajosos e valentes homens. :-)

Não sei, na Dama da água eu notei isso e agora de novo. Parece que há um não-sei-quê infantil nos filmes do Shyamalan. A maneira que as coisas são explicadas parece infantil. Nesse "The Happening" as explicações botânicas soam como algo ridículo, preparado para o espectador notar. Ora, todos os filmes fazem isso, mas de modo mais sutil.

Destaque o para Mark Wahlberg, totalmente diferente de tudo que já vi dele. O cara parece um cara normal nesse filme. Nada a ver com os filmes de ação que ele costuma fazer.

É uma pena, Sexto sentido continua sendo a obra-prima do diretor, na minha opinião é o melhor até agora. E gosto muito de Corpo Fechado, embora ache-o muito parado em vários momentos. Mas é um filme que dá para ver de novo.

Bom, eu daria um 6 para esse filme se alguém me perguntasse o que eu acho.

Olhe e tire as suas conclusões. Ou veja, se preferir.

O operador bastardo do inferno

Wed, 25 Jun 2008 21:14:04 -0300

Cara, se você curte computadores e já lidou com usuários vai amar isto:

Operador bastardo do inferno 1

Operador bastardo do inferno 2

Operador bastardo do inferno 3

Operador bastardo do inferno 4

Operador bastardo do inferno 5

Operador bastardo do inferno 6

Inté+

Promoção do Br-linux.org

Tue, 24 Jun 2008 22:45:36 -0300

Ajude a sustentar a Wikipédia e outros projetos, sem colocar a mão no bolso, e concorra a um Eee PC!
... e também a pen drives, card drives, camisetas geeks, livros e mais! O BR-Linux e o Efetividade lançaram uma campanha para ajudar a Wikimedia Foundation e outros mantenedores de projetos que usamos no dia-a-dia on-line. Se você puder doar diretamente, ou contribuir de outra forma, são sempre melhores opções. Mas se não puder, veja as regras da promoção e participe - quanto mais divulgação, maior será a doação do BR-Linux e do Efetividade, e você ainda concorre a diversos brindes!

Meu email de contato é: <leandro (a) androle pro br>

Roubo descarado

Tue, 24 Jun 2008 20:51:21 -0300

Isso é roubo descarado! Vejam o preço desse simples adaptador P1->P2 para o Treo. Absurdo!!!

Tenho um adaptador que faz o mesmo e custou 2 reais. Francamente, será que alguém é tão desinformado que pagaria R$ 41,00 por isso?

Espero que não.

Aqui a imagem do bicho:

Renato Aragão e Xuxa

Tue, 24 Jun 2008 18:34:42 -0300

Queria agradecer ao Renato Aragão e à Xuxa. Eles, campeões absolutos em bilheteria de cinema no Brasil, nunca fizeram o menor esforço para melhorar algo com os seus filmes.

Pelo contrário. O que eles fizeram através dos anos foi produzir LIXO para vender a CRIANÇAS. MUITO OBRIGADO!!!

Vejam filmes como Tainá e vejam que é possível sim fazer filmes para crianças com QUALIDADE e sem ser chato. Quando vi essa pérola a primeira coisa que pensei foi na minha infância, indo ao cinema para ver os lixos brasileiros dos Trapalhões. E poderia ter sido tudo tão diferente.

Mas não, nossos globais preferidos queriam era ganhar grana com filmes sem pé nem cabeça de uma auto-indulgência e auto-propaganda atroz (não acredita, olhe um filme da Xuxa e os últimos do Renato Aragão) e lixem-se as criancinhas.

Uma lástima.

Eu creio sinceramente que somos responsáveis pelo que fazemos. Eu sou responsável por essas linhas que estou escrevendo. Elas têm uma ação e causam uma reação.

Agora, imagine a reação que causa um filme LIXO visto por milhões de brasileiros. E o que é pior, feito DELIBERADAMENTE como LIXO para público infantil.

Uma verdadeira lástima.

Algumas considerações sobre cinema, arte, etc.

Tue, 24 Jun 2008 18:01:56 -0300

Volta e meia lemos alguém falando sobre cinema, poesia, música, literatura, etc., e dizendo isso ou aquilo. Que tal cinema é bom, que tal livro é bom. Que tal cultura é sofisticada, etc. e etecetera.

A questão é bem simples de entender. O homem é um ser social que adora fazer parte de grupos. Então, tudo se resume a isso e a sexo.

Me explico melhor.

O camarada começa a ler, a instruir-se, a ver filmes, consumir teatro, cultura, etc. Isso tudo vai fazendo que ele tenha mais capacidade intelectual, maior capacidade de expressar-se. E, fatalmente, ele começa a sentir falta de entrar em contato com outros que tenham gostos parecidos e que reforcem a sua visão de mundo. Ou seja, ele começa a sentir falta de fazer parte de um grupo. Se este grupo fala das mesmas coisas, gosta das mesmas coisas, curte uma estética semelhante, melhor ainda!

Todo mundo quer ser especial de algum modo. Quando você se dá conta já faz parte de um grupo, tem amigos e amigas que gostam do mesmo. Ficam horas intermináveis reforçando a visão de mundo de um e outro e ... bingo! Você fica mais atraente por isso e acaba redundando em sexo com alguém. Ou você pelo menos acha que pode conseguir mais sexo assim, sendo culto, refinado, elegante. E não falta gente para concordar com você.

Na minha opinião tudo é a mesma porcaria.

O juízo de valor, o valor atribuído, é totalmente arbitrário. Como disse antes, grupos. Você encontra um grupo mais ou menos poderoso que apóia o que você pensa. Ou você apóia as idéias de um grupo mais ou menos poderoso.

Pense nisso ao consumir uma música, um livro, um filme. Até que ponto os artefatos culturais que consumo me definem?

Não fique feliz porque você gosta de Joss Stone e abomina o Créu. Ou porque ouve Norah Jones e Maná e odeia Roberto Carlos e Zezé de Camargo e Luciano. Ou ainda porque idolatra Beto Brant, Gláuber Rocha, Walter Salles e abomina cinemão estadounidense. Tudo se resume a um ponto de vista.

Somos todos ridículos. Saber disso, SENTIR isso, faz toda a diferença.

:-)

Landell de Moura

Mon, 23 Jun 2008 21:44:13 -0300

É preciso fazer uma homenagem ao pioneiro do rádio. Meu pai era radio-técnico por hobby e sempre me falava do Padre Landell de Moura. Que Marconi qual quê!!!

Leiam sobre ele e tirem as suas conclusões:

A vida desse homem mereceria uns 10 filmes! Mas não, vale mais a pena fazer um filme sobre o Cazuza. Ou sobre o João Guilherme Estrella, que tudo que conseguiu na vida foi quase se matar cheirando e traficando.

E nossos adolescentes e crianças crescem achando que ser "cool" é ser drogado. (Sim, sou um reacionário... :-)

Mas, falando sério, dá nojo não dá?

Só uma pergunta, QUANTOS filmes você já viu sobre o SANTOS DUMONT?

E sobre a guerra do Vietname????? E sobre traficantes? E sobre lutadores que se vingam de quem matou um membro da sua família?

Fala sério!

Zen

Mon, 23 Jun 2008 21:03:14 -0300

Vejam só o que achei meio sem querer.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Zen

O meu coração arde como fogo

Soyen Shaku, um mestre Zen, disse um dia: «Os meus olhos são frios como cinzas mortas, mas meu coração arde como o fogo». Eis as regras que praticava em cada dia da sua vida:

De manhã, antes de se vestir, acenda incenso e medite. Coma a intervalos regulares e deite-se a uma hora regular. Coma sempre com moderação e nunca até ficar plenamente satisfeito. Receba as suas visitas com a mesma atitude que tem quando está só. E, quando está só, mantenha a mesma atitude que tem quando recebe visitas. Preste atenção ao que diz e, o que quer que diga, pratique-o. Quando uma oportunidade chegar, não a deixe passar, mas pense sempre duas vezes antes de agir. Não se deixe perturbar pelo passado. Olhe para o futuro.

A sua atitude deve ser a de um herói sem medo mas o coração deve ser como o de uma criança, cheio de amor. Ao retirar-se, ao fim do dia, durma como se tivesse entrado no seu último sono. E, ao acordar, deixe a cama para trás, instantaneamente, como se tivesse deitado fora um par de sapatos velhos.

Muito lindo. De certa forma venho tentando praticar justamente isso em minha vida. Fascinante encontrar descrito dessa forma.

Embaixo das velhas estrelas

Mon, 23 Jun 2008 20:35:16 -0300

Hoje recebi um livro novo do Guido Viaro, "Embaixo das velhas estrelas".

Já dei umas olhadelas e logo vou começar a lê-lo. Entrei em contato com o Guido de um modo bastante incomum.

Encontrei o seu livro "Glória" na biblioteca de um dos locais nos quais trabalho. Acabei lendo o livro e enviando um email ao autor, pois havia um carimbo na primeira página com o endereço eletrônico para contato.

A partir disso trocamos alguns emails e esse é o quarto livro desse autor diferente. O Guido Viaro sempre envia cópias dos seus livros para bibliotecas públicas, como forma de difundir a sua arte. Notável.

Ele certamente apanhou o Zeitgeist.

Só tenho a agradecer por ter sido agraciado com mais este livro.

Muito obrigado Guido!!!!

Meu nome não é Johnny

Sat, 21 Jun 2008 13:02:20 -0300

Acabei de ver há poucos minutos o filme Meu nome não é Johnny.

Muito interessante, gostei do filme. Conta a trajetória de um traficante classe média do Rio de Janeiro. Ele acaba sendo preso e o filme tenta vender a história de que o cara era apenas um viciado e que não é tão bandido assim.

Aliás, o filme tenta dizer que ele não é nem bandido. Legal. Vender pó em quantidades grandes (quilos) é coisa de viciado mesmo.

Vejam bem, gostei do filme porque ele é engraçado e gosto do Selton Mello. Mas a história em si é absurda. É a história de um cara que detonou a sua vida e aparentemente conseguiu sair disso.

O cinema brasileiro tem mania de endeusar detonados. Vejam o filme sobre o Cazuza. O cara era o maior drogado promíscuo e foi incensado pela mídia.

Quando teremos filmes idolatrando Santos Dumont, Landell de Moura, Carlos Chagas, etc.?

Francamente, fazer filme sobre drogas dá mais bilheteria.

Desejo de coração boa sorte ao João Guilherme Estrella, que ele siga limpo. Sou ex-dependente químico, fumei tabaco por 9 anos, e sei que é difícil deixar qualquer droga. Mas, não creio que justifique glamourizar a profissão de traficante. Porra, no filme o cara é o maior gente boa, e nada de muito ruim acontece com ele.

Nota 1 ao filme pela mensagem perigosa.

Não recomendo para público adolescente.

Lutadora - Fighter

Sat, 21 Jun 2008 12:55:40 -0300

Este filme foi uma surpresa total. Eu esperava outro filme sobre artes marciais, cheio de clichês e lutas sangrentas. Nada disso!

O filme trata da vida de uma moça muçulmana (acho que descendente de turcos) na Dinamarca. Ela, Aicha, é praticante de Kung Fu em uma academia apenas para mulheres. De repente, ela chega a um nível muito alto e a sua instrutora lhe indica um outro local de treinos.

Acontece que este local é misto, aceita homens e mulheres. Pelo que dá para entender do filme isso é um tabu para muçulmanos. Acaba que Aisha começa a treinar escondida da família e do pai repressor.

O filme toca em vários temas interessantes, desde o objetivo final de praticar artes marciais até mesmo o amor intercultural, o choque de culturas, etc. Muito bom, gostei muito. É um filme delicado e interessante sobre uma mulher oprimida e que não encontrou o seu caminho na vida.

A minha esposa gostou muito também.

Fica aí a indicação: Fighter.

Minha nota: 8,5

A cidade perdida - The lost city

Mon, 16 Jun 2008 00:19:30 -0300

Quase dormindo, mas um último comentário. Para que não achem que sou chato e só reclamo.

Esse filme, A cidade perdida é muito especial para mim.

Posso dizer sem dúvida que dou nota 10 a esse filme e que vou revê-lo tantas vezes quantas possa durante a vida.

Vou dar 10 motivos para as minhas palavras, a saber:

Primeiro, admiro o Andy Garcia, que estrela e dirige o filme. Já vi vários filmes dele e gostei da maioria. Além disso o cara é cubano. Mesmo que ele esteja totalmente equivocado naquilo que mostra e defende ele tem o direito de dizer, afinal, é o seu país.(Sugiro que olhem Modigliani, outro filme com Garcia e que eu dou nota 10 também. É impossível vê-lo e não chorar de emoção no final. Se você acha que arte é babaquice, olhe esse filme, principalmente a exposição final.)

Segundo, o filme mostra Che como "el chancho" e não como um herói. Muito bom. Infelizmente The lost city ficou meio que maldito na América do Sul, pelo que li. Você quase não houve falar nele. Parece que nem passou nos cinemas. É impressionante como as pessoas conseguem enganar-se e acreditar no que querem. Já conheci várias pessoas que seriam capazes de brigar a socos para defender Fidel Castro, Che Guevara, e outros do mesmo naipe. Bom, o filme mostra aquilo que seria um retrato fiel do período imediatamente anterior à revolução cubana e as transformações que o novo regime trouxe à ilha. Claro que tudo isso mostrado pelos olhos do protagonista, que é o Fico Fellove (Andy Garcia).

O filme é fiel historicamente? Pelo que li na internet sim. Não sou historiador, nem tampouco sou cubano. Também não tenho as fontes que li para colocar aqui. Fica ao leitor a tarefa de pesquisar e chegar a uma conclusão própria. O que, convenhamos, é sempre mais saudável que acreditar na opinião alheia, ainda que seja a minha.

Terceiro, a música do filme. Garcia é músico e já fez um documentário sobre a velha guarda cubana. Não lembro o nome, mas já li sobre isso. Bom, o cara entende do riscado e a música é muuuuuuuuito linda. Eu adorei.

Quarto, os lugares que o filme mostra. As casas, cafés, restaurantes. Todos lindos. Não é Cuba. Pelo que li ele filmou na República Dominicana. Mas é lindo, não importa.

Quinto, o figurino. Lindíssimo. Olhem e vejam. Adoro o visual amassado das roupas dos anos 50.

Sexto, Inés Sastre. Sem comentários maiores por questões de saúde (a minha saúde, que quero manter mesmo se minha esposa ler isto :-)

Sétimo, o Bill Murray. Seu papel é estranho. Ele é estranho. Mas completa o quadro muito bem.

Oitavo, a tristeza. O filme é triste e transmite essa tristeza. E eu posso entender o que é a tristeza de perder algo que se tinha e se foi. Realmente posso entender. E muita gente é capaz de entender. E Fico Fellove perde muitas coisas no filme.

Nono, o roteiro é de Cabrera Infante. Se você não sabe quem é ele, o Google é seu amigo.

Décimo, o conjunto. É um filme para ser apreciado com calma. Sempre que vejo fico em um misto de tristeza comedida com calma tranquila e doce distanciamento. Uma nostalgia de algo que não vivi.

Vejam esse filme. Talvez não gostem. Eu gostei. Acabei vendo por acaso. Como já disse, vejo muitos filmes e muitos são ruins. Mas quando encontro um como esse vale por 1000 ruins que tive de ver antes para achá-lo.

Boa-noite!

Be kind rewind

Sun, 15 Jun 2008 20:41:47 -0300

Hoje estava um frio de lascar aqui, em torno de 7 graus centígrados. Passei o dia no sofá com a digníssima e a Java (minha filha canina). E vimos um filme atrás do outro.

Outro filme que vi é o Be kind rewind que desconheço o título em português.

O plot do filme é bem diferente: uma locadora de VHS está num prédio antigo que precisa de altas reformas para adequar-se aos padrões urbanos e de segurança da cidade (que esqueci o nome, é uma cidade pequena perto de Nova Iorque). O dono, o Danny Glover, é um senhor de idade que viaja e deixa tudo nas mãos de um funcionário abilolado (Mos Def). O melhor amigo do funcionário é o Jack Black, que acaba ficando magnético e apaga todas as fitas da locadora.

Para conseguir dinheiro e seguir alugando as fitas eles resolvem refilmar os filmes, "Suecando-os". Ou seja, eles refilmam os filmes em algumas horas, usando o que há de mais trash possível, e dizem aos clientes que eles estão vindo da Suécia, por isso são "suecados".

Buenas, a idéia do filme é original. Tão original que já há no YouTube vídeos de filmes atuais "suecados". Não acredita? Olhe isso.

Agora, sobre o filme em si, não gostei não. A idéia de "suecar" é legal. Mas a história do filme é muuuuito chata. Acho que os EUA não tem um programa Monumenta, de defesa de prédios antigos. E aquela ladainha do antigo sendo jogado no lixo pelo novo é um saco. Não gosto de filmes lamurientos. VHS é passado e ponto. Não há sentido em gostar disso. Negócio é negócio e ponto. Se o camarada não se adapta, paciência.

Como último comentário, a investida da MPA no filme é horrível e correta ao mesmo tempo. Eles não tinham como não colocar isso. Não havia escolha.

Dou nota 3 para esse filme. Não veria de novo. Vale uma olhada, mas a história é sem pé nem cabeça. Você olha o filme todo e não sabe a que veio. Acaba sem sentido nenhum. Pelo menos para mim.

Rogue

Sun, 15 Jun 2008 20:29:07 -0300

Hoje eu vi um filme muito legal. Chama-se Rogue.

O filme se passa na Austrália e o plot é o seguinte: Turistas navegam por um rio da parte mais selvagem da Austrália e acabam tendo de lidar com um crocodilo gigante que resolve comê-los. Basicamente é isso.

Mas o filme é bem feitinho. Foge um pouco dos clichês de sempre e o suspense é quase que constante. Você fica o tempo todo achando que vai acontecer algo horrível.

O final estraga um pouco. Mas nada é perfeito. Eu daria uma nota 7,5 para o filme. E sim, eu veria de novo, o que para mim é o maior marcador de que vale a pena ver um filme. Na minha escala filme bom é para ser visto várias vezes. Nenhum ser humano é tão bom que consiga apanhar tudo na primeira vez, se a obra é bem elaborada.

O mais importante é que não é apelativo, não tem excesso de cenas sangrentas. Usa mais o suspense mesmo.

A minha colaboradora informal é a minha sogra. A dona Naura adora filmes trash, de monstros, vampiros, bichos que devoram gente, etc. E ela adorou esse filme. :-)

Destaque para as belíssimas paisagens que aparecem no filme. Dá até vontade de conhecer a Austrália.

Um dia vou escrever sobre outros filmes australianos que gostei, tipo, Vem dançar comigo, Mad Max, O fogo sagrado e O piano.

Todos esses 4 filmes que citei acima são muito especiais para mim. E agora o Rogue.

Dexter

Sat, 14 Jun 2008 22:35:54 -0300

Olha só, eu gosto de cinema. Gosto de filmes. Já vi muitos filmes. Gosto de filmes de várias nacionalidades. Na verdade nem importa muito a nacionalidade, ser for bom eu vejo.

Porém, devo admitir, a maioria dos filmes que chegam aqui são norte-americanos. E os gringos fazem uns filmes muito ruins na maior parte do tempo.

Vejo cinema de 2 modos: como algo para divertir, sem maiores compromissos e também como algo para fazer pensar, fazer sentir coisas além de mim mesmo. Como algo que permita ver a alteridade pelos olhos de outro. Como algo que me faça sair da minha vida por algumas horas.

Naturalmente os filmes de heróis eu encaixo na categoria 1, apenas diversão. E como esses há muitos.

Porém, a categoria 2, filmes para pensar, é mais difícil de preencher. Já vi bons filmes, já vi filmes aclamados que eram uma bosta, e já vi filmes demonizados que eram muito bons.

O que não gosto realmente é drama sem sentido. Tipo "Central do Brasil". Cara, odeio filme brasileiro que só mostra miséria, gente feia e favela. Ora, isso eu já conheço. Sei o que é pobreza, miséria, vilas, etc. Francamente, para ir ao cinema ver gente fudida eu prefiro não ir. Prefiro olhar noticiário. Eu acho que esse tipo de filme agrada a gringos e festivais, por isso seguem fazendo. É arte? Deve ser. Quem sou eu para julgar. Mas no meu mundinho eu decido, e decidi não gostar disso.

Buenas, tudo isso para explicar o que vou falar agora.

Tenho olhado seriados norte-americanos. Tipo Lost, The 4400, Moonlight, etc. Legais. Dá para divertir e é melhor que telenovela.

E eu preciso de diversão. Sou professor, passo o dia pensando e administrando conflitos de todo tipo. Quando quero descansar preciso desligar a mente. E além de fazer atividade física preciso descansar o cérebro velho. E para isso nada melhor que uma história instigante.

Um dia, por acaso, ouvi falar de um seriado chamado Dexter. Acabei vendo os primeiros episódios e não consegui parar mais.

Na minha opinião é muuuito superior à maioria dos filmes que vi nos últimos tempos. Já sairam 2 temporadas de 12 episódios cada. Eu já vi tudo e posso dizer: é uma série que evolui, bem amarrada, e que mantém o suspense constante.

O plot da série é acompanhar a vida de Dexter Morgan, um perito em espalhamento de sangue que trabalha para a polícia de Miami. Até aí tudo normal. Porém, o cabra é um serial killer que mata... serial killers!

Insano! Muito bem elaborado. Os roteiros são bons, e isso é ouro em pó hoje em dia. Não agüento mais a previsibilidade dos filmes e séries. E Dexter é uma série imprevisível ao extremo. Vejam e constatem por si o que eu estou dizendo. Ou o "Ice Truck Killer" vai pegar vocês! :-)

Hulk, again

Sat, 14 Jun 2008 22:20:00 -0300

Fui ver o Incrível Hulk de novo. Agora acompanhado da minha digníssima esposa. E não é que ela gostou! Pois gostou mesmo.

Ontem quando saí do cinema cheguei em casa imitando o Hulk, abrindo os braços e grunhindo "Hulk esmaga". E batendo as mãos na frente do peito como ele faz no filme para impedir uma explosão.

E não é que hoje a minha mulher, ao sair do cinema comigo, disse que também estava com vontade de grunhir? :-)

Eu estava errado, talvez as mulheres gostem do filme.

Olhando pela segunda vez o Hulk, a animação, não parecia tão irreal. Pensando bem, ficou bem feita mesmo.

Mas não mudo a minha nota, achei que o filme deixou a desejar em termos de história. Só me resta imaginar o que faria o Ang Lee em um segundo filme.

Cara, aquele Edward Norton consegue fazer umas caras de coitado dignas de pena mesmo. O cara parece um infeliz. Mas eu acho um tanto forçado usarem e abusarem de alguns elementos da série televisiva. Me explico.

Primeiro, a bolsa a tiracolo. Aparece várias vezes. O tema do Joe Harnell, "The lonely man" que aparece na parte de Chiapas. A fuga eterna do personagem, a sua tristeza. Acho meio forçado ter de sugar tanta coisa de uma séria de 30 anos de idade. Ah, e a limitação de força do Hulk, como na série. Vejam que no Hulk 2003 ele chegava a aumentar de tamanho conforme a sua raiva. Nesse ele não faz isso e mostra inclusive ferimentos e menos força nos saltos.

Mais uma coisa, notem o nome de um dos estudantes que filma com o celular o quebra-pau no campus da universidade. Pois é o nome do repórter que vivia seguindo o doutor Banner pelos Estados Unidos, Jack Macgee. Mais uma referência.

E o namorado da Beth Ross, o cara é o Dr. Samson. Quero ver aquele ator de peruquinha verde comprida no próximo filme. Vai ficar pra lá de ridículo.

Bom, sigo na contagem regressiva para o 18/07, Batman Dark Knight.

Decisões, decisões

Sat, 14 Jun 2008 13:30:51 -0300

Decidi sobre a forma da data. Será a saída do comando:

date -R

Acho que fica mais simples. Como uso o vim basta fazer:

:r! date -R

E pronto! Tenho a data inserida no arquivo que estou editando. Depois basta colocar == de cada lado e o txt2tags faz o resto, deixando em destaque logo abaixo do título.

Modifiquei um pouquinho o menu superior. Ainda não estou satisfeito com o meu site. Apesar de ser bem fácil de manter e modificar eu ainda tenho de criar os links na mão. Isso é chato. Gostaria de algo mais automático ainda.

E vocês (leitores) me dirão: Por quê você não usa um CMS ou ainda um Wordpress da vida?

Por vários motivos. Primeiro, porque o serviço de webhosting que uso não tem as versões mais atualizadas dos softwares tipo drupal, wordpress, etc. Isso gera problemas. Exemplo: se instalo o wordpress com o Fantástico (se não sabe o que é eu digo, um instalador para o Cpanel que permite instalar facilmente diversos aplicativos web, mais ou menos isso.) que o webhosting oferece não consigo mantê-lo atualizado porque o hosting não tem a última versão. Se instalo na mão é um porre ter de atualizar depois. Já tive um site drupal, phpnuke, etc., mas no fim me dava muito trabalho mantê-los. Ou seja, uma bela aporrinhação.

O problema de CMS com php, banco de dados, javascript, css, etc., é manter tudo atualizado porque sempre estão aparecendo furos de segurança. E isso é muuuuito chato mesmo.

Segundo, acho o visual da maioria dos CMS muito poluído, muito cheio de material inútil. Veja só o monte de porcaria que você acha em um blog típico. Calendário, links aos montes, imagens inúteis, caixa para comentários, etc., etc. Um saco. O que importa mesmo é ler o que há para ser lido. E ponto. Eu mesmo nunca comento os textos alheios. Principalmente se tenho de criar uma conta ou algo do tipo. Acho o sistema do Blogger um lixo. Se você não tem gmail ou conta no Google não pode comentar. Por mim podem ir catar coquinho.

Terceiro, não sei se quero habilitar comentários. Isso dá trabalho. E não sei se quero saber o que os outros pensam dos meus textos :-). Afinal, escrevo por prazer com a intenção de ser útil. Sempre vai haver alguém para reclamar. E não sei se estou disposto a ler reclamações sobre algo que faço para me divertir. Bom, estou dividido quanto a isso. Se encontrar um modo de habilitar comentários sem ter trabalho, eu o farei.

Bom, como já disse, sou antiquado. Muito antiquado.

PS: Se você não sabe o que é CMS ou outra das coisas que escrevi: VÁ PROCURAR NO Google! Se tivesse comentários aqui alguém já estaria perguntando algo do tipo. O Google É SEU AMIGO.

O Novo Incrível Hulk

Sat, 14 Jun 2008 09:53:44 -0300

Hoje fui assistir o novo filme do Hulk.

Infelizmente o cinema da minha cidade só oferecia cópias dubladas. Assim mesmo fui conferir, pois vinha acompanhando há tempos pelo Omelete tudo sobre o filme. Acabei indo sozinho, minha esposa não quis ir.

Buenas, o que posso dizer? O filme não é de todo ruim. Mas também não é maravilhoso. Eles usaram muito da série televisiva dos anos 70/80 para compor o filme. Há uma cena muito emocionante para quem tem a minha idade e acompanhava a série de TV. O Edward Norton fala com um guarda que não é ninguém menos que o Lou Ferrigno. Eles se apertam as mãos, o Edward Norton diz algo como "Você é o maior" e o Lou Ferrigno diz "Vai lá campeão" ou algo assim. Cara, quase chorei pela referência à minha infância. Eu ainda me lembro claramente do piloto da série que passou em um sábado à noite, acho que na "Primeira Exibição" da Globo. Eu me lembro de ter visto o filme com meus pais e ficado maluco com a história. Eu devia ter uns 8 ou 9 anos e aquilo foi demais.

Antes que algum adolescente de hoje ache graça é melhor comentar que naquela época tínhamos 2 canais de televisão, uma TV de 14 polegadas e preto e branco. Isso mesmo. As fontes de emoção cinematográfica eram pequenas. E cinema não era algo tão barato assim, para ir toda hora.

Voltando ao filme, aparte a nostalgia, acho que eles usaram demais a série como base. Veja bem, não estou dizendo que a série não merece uma homenagem, mas é para a frente que se caminha. O filme de Ang Lee, de 2003, é na minha opinião infinitamente melhor. Tanto em termos artísticos como em termos de ação. É um filme para adultos. O filme atual é para crianças. Isso podemos ver claramente no combate final entre o Hulk e o Abominável. Simplesmente para crianças.

O Edward Norton está ótimo como Banner, mas o novo Hulk digital parece mais falso que o de 2003. Em alguns momentos parece que estou olhando um videogame. Não sei explicar, o de 2003 parece mais "real", por mais paradoxal que isso possa soar.

Resumindo: Vale a pena ver o filme se você tem mais de 30 anos e olhava a série de TV. Ou se você tem menos de 12 e não conhece o Hulk. Não é um filme que mulheres vão gostar. Minha esposa olhou o Homem de Ferro e gostou. Olhou o Hulk 2003 e gostou. Mas tenho quase certeza que ela não gostará do Hulk 2008. Veja bem, minha esposa é a cobaia perfeita para saber o pensamento feminino sobre um filme de heróis porque ela nunca leu ou se interessou por isso.

Hulk 2008: Nota 6

Hulk 2003: Nota 9

Primeiras anotações

Sat, 14 Jun 2008 00:54:38 -0300

Não sei que rumo dar ao meu espaço na rede. Por enquanto vou manter os meus artigos sobre informática. É uma forma de retribuir (ainda que pobremente) ao tanto de ajuda que tive de pessoas que sequer conheço.

Não sinto a mínima vontade de colocar coisas relacionadas ao meu trabalho aqui. Trabalho é trabalho. Esse é meu espaço pessoal, não quero me aborrecer nos finais de semana, e muito menos ter mais obrigações além das que já tenho.

Mas, sinto vontade de escrever, e de ser lido. E como blogs estão na moda, resolvi criar esta página para escrever algo.

Não pretendo criar um sistema de comentários. Se alguém quiser comentar algo realmente interessante saberá como entrar em contato. Se não quiser se dar ao trabalho, então não importa realmente.

Estou fazendo experiências com o sistema de datação. Ainda não sei se faço manualmente ou uso a saída do date. Vamos ver.


Copyright © 2006 Leandro Padilha Ferreira
<leandro (a) androle pro br>
Última regeneração do documento: 24/04/2010 às 00:03:26